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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Usuários alertam que o iPhone 6 deforma ao ser usado no bolso

Usuários relatam que o iPhone 6 Plus estaria ficando curvo como o LG G FlexUsuários relatam que o iPhone 6 Plus estaria ficando curvo como o LG G Flex
Por Felipe Falcão - Os celulares revolucionaram o mundo, por serem portáteis e permitirem entrar em contato com qualquer pessoa de qualquer lugar. Com o passar do tempo, os celulares se transformaram em smartphones e se tornaram cada vez menores. Hoje, é possível carregar os celulares no bolso mas, infelizmente para os usuários do iPhone 6 Plus, esse conforto não está fazendo bem aos seus aparelhos.
Leia também:

De acordo com alguns relatos, um número pequeno, mas crescente de usuários do iPhone 6 Plus (a versão maior do novo iPhone, com 5,5 polegadas) estão observando que o aparelho se curvou após ser submetido à pressão quando colocados no bolso, por exemplo. De acordo com o hanzoh, um usuário do fórum MacRumors, o seu iPhone 6 Plus ficou curvado após ele ter passado o dia com o aparelho no bolso da frente da calça. Ele relata: “Ontem eu sai de casa por volta das 10 horas com o iPhone no bolso da frente da minha calça. Dirigi quatro horas para um casamento. Chegando lá, me sentei várias vezes e dancei por umas 2 ou 3 horas. O casamento terminou as 2 horas e fui para casa dirigindo mais 4 horas. No total, foram cerca de 18 horas com o meu iPhone 6 Plus no bolso. Ao chegar em casa notei que meu iPhone estava curvado”. Clique aqui para ver a imagem em alta resolução. Abaixo você confere a foto do iPhone dele (observem as linhas):
Desde o iPhone 5 e 5S que se ouvem relatos de aparelhos curvados. Com iPhones cada vez mais finos, é interessante pensar bem antes de submetê-los a determinadas pressões por um período prolongado. Diferentemente de aparelho menores, que conseguem se encaixar numa zona confortável dentro de um bolso, o tamanho dos novos aparelhos da Apple não permite fazer o mesmo. 
Para evitar esse problema, que não deveria acontecer em hipótese alguma, você poderá procurar não sentar com o aparelho no bolso. No caso das bolsas, se recomenda procurar um local específico para colocar o iPhone. Outra dica é comprar alguma capa que, além de evitar a curvatura do smartphone, protege contra quedas e etc. Abaixo você confere ainda um vídeo de outro usuário que conseguiu, com relativa facilidade, curvar o iPhone 6 Plus com as próprias mãos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Introdução a aplicativos híbridos com o Phonegap Parte II

Clique aqui para ler Aplicativos Híbridos Parte 1

Cliente Side Web



Arquitetura de aplicações web no client-side



Aplicações web no client-side podem ser:

Isoladas (dispensando o server-side), possuindo apenas o front-end. 

Exemplo: uma aplicação JavaScript que mostra a hora local nas principais capitais mundiais;

Isoladas (dispensando o server-side), mas possuindo tanto front-end quanto back-end. 

Exemplo: uma aplicação JavaScript de controle de tarefas que armazene os dados no local storage do navegador;


Eduardo Erlo - Durante sua palestra no TchêLinux 2014
Eduardo Erlo TchêLinux  2014
Integradas com o server-side, executando o front-end no client-side e o back-end no server-side. 

O client-side comunica-se com o server-side através de requisições HTTP, cujo formato da resposta é HTML, sendo assim diretamente processada pelo navegador. 





Exemplo: uma tradicional aplicação Struts de controle de entregas;
· Integradas com o server-side, mas agora executando tanto o front-end quanto uma parte do ­back-end no client-side, que se comunica com outro back-end no server-side. 

Aqui, o client-side também se comunica com o server-side através de requisições HTTP, mas o formato da resposta agora é JSON ou XML (pois transmitem apenas dados), sendo processada por um componente do client-side, que então gerará HTML e renderizará no navegador.

As aplicações inteligentes no client-side abordadas neste artigo seguem o quarto cenário apresentado, utilizando o estilo arquitetural REST e o formato de dados JSON.

Aplicações Híbridas

Na grande maioria dos casos, aplicações híbridas trazem a resposta para os desenvolvedores que desejam desenvolver para muitas plataformas, sem grande perda de desempenho. 

Essa abordagem permite ao desenvolvedor criar um núcleo do programa de forma nativa, o que permite que haja um controle sobre as funcionalidades (e pode permitir acesso à dispositivos do smartphone) da aplicação, e, dentro da aplicação, uma parte multiplataforma. 

Isso faz com que, em suma, a experiência do usuário que está utilizando a aplicação em um iOS seja a mesma que um em um Windows Phone, por exemplo, o que é muito importante em grande parte das aplicações.

Essa abordagem híbrida vem ganhando muito destaque nos últimos tempos, pois permite que o desenvolvedor aprenda apenas o básico sobre cada uma das plataformas, uma vez que a parte principal da aplicação será desenvolvida utilizando tecnologias web. 

Porém, novamente, há um porém: a conexão à internet. No caso do iOS, por exemplo, o controle WebView não suporta off-line caching, que serviria para salvar o estado da aplicação e utilizá-la, de alguma forma, sem conexão à internet.


Para finalizar esse artigo, é preciso lembrar de uma palavra chave, que foi discutida ao longo do texto: planejamento. 

Toda aplicação móvel precisa criar algum tipo de experiência com o usuário para ser interessante e utilizável. 

É por isso que as grandes empresas costumam realizar todos os tipos de pesquisas de campo antes de começar o desenvolvimento de qualquer produto. 

Por isso, é preciso sempre pensar no que é melhor para o usuário, antes de pensar no que é melhor para o desenvolvedor. 

Uma aplicação pode ser muito mais simples de ser desenvolvida usando tecnologias web. Porém, se aquele não for o melhor caminho para ela, invariavelmente ela não será um sucesso de vendas.

Aqui, vale um dica importante: coloque em uma planilha tudo que há de mais importante em uma aplicação móvel: interface e experiência do usuário, interoperabilidade, segurança, cosmética, funcionalidade, desenvolvimento, independência de plataforma, acesso a redes sociais, entre outros. 

Tudo o que você conseguir pensar que possa ser importante para a aplicação. Uma vez feito isso, dê uma nota para cada um dos tipos de desenvolvimento: nativo, web e híbrido. A partir desse estudo, é possível ter uma boa ideia do que esperar antes de começar a desenvolver realmente a aplicação.


Hybrid Apps 

No caso destas aplicações, a maior parte das mesmas são desenvolvidas usando padrões de Web e envolvidas numa “Shell” nativa. 

As “shells” permitem acesso a características especificas das plataformas “mobile” tais como GPS, camera, ou a aparência fornecida pelo UI da plataforma, etc

HybridMobArchCompare.png


O diagrama acima mostra a comparação entre os vários tipos de estratégias de desenvolvimento de aplicações e indica a sua aptidão multi-plataforma, crescente da esquerda para a direita.


“Hybrid Apps” combina as vantagens de desenvolvimento de ambos os tipos de aplicações, “Web” e “Native”, e é a melhor escolha para criar aplicações multiplataforma. 

Abaixo estão a vantagens de usar tecnologia hibrida de desenvolvimento de aplicações:


  • Multiplataforma & Partilha de código - “Code” apenas uma vez e usamo-lo para fazer o “deploy” em várias plataformas de dispositivios móveis. Usa o mesmo código de interface “UI” HTLM / third party library code para múltiplos dispositivos.
  • Chamadas nativas usando a “Native Shell”
  • O modo offline permite ter acesso à aplicações mesmo que a internet não se encontre disponível.
  • Permite que um grande número de utilizadores possa obter a aplicação devido ao seu carácter multiplataforma.
  • Pode-se aproveitar o dispositivo móvel para processamento, o que não é possível com aplicações web.
  • Distribuição através da AppStore transmite uma sensação nativa relativamente aos updates (?).
  • Pode-se oferecer notificações relativamente a uma determinada aplicação e seus respectivos updates.

Hybrid-Adv.png
Numa arquitetura multiplataforma usando métodos híbridos, a aplicação é desenvolvida usando tecnologias Web tais como HTML5, Javascript e CSS mas que correm dentro da “Shell” nativa da plataforma Mobile. 

As aplicações hibridas usam um tipo de web control/ web app template para apresentar o Web UI de maneira a que seja possível “codifica-lo” em tecnologias Web. Graças à sofisticação cada vez maior de ferramentas multiplataforma, o desempenho e melhorado drasticamente, e tanto o aspecto como a sensação que temos ao utilizar a aplicação é quase tao bom como ao UI nativo.


Hybrid Server App

Podemos criar uma aplicação Web Mobile, hospeda-la num servidor e simplesmente chamar o url na shell nativa. 
HybridArch.png
Nesta abordagem o processamento será todo feito no servidor. 

Podemos melhorar o desempenho fazer um “local caching”, apesar de não ser o ideal para aplicações cujo desempenho é crítico. 

Mudanças no Deploying serão fáceis pois basta mudar o código e por no servidor. Para criar uma aplicação Hybrid WP8 

usando esta abordagem:
Adicionamos um controle WebBrowser para a página da aplicação e direciona-lo para a aplicação Web hospedada no servidor.

Com isto a nossa aplicação multiplataformas fica instantaneamente pronta.













Links Fontes: 

http://www.devmedia.com.br/aplicacoes-moveis-nativas-ou-web/30392  

http://www.teclogica.com.br/blog/desenvolvimento-para-dispositivos-moveis-nativo-
x-cross-platform/  

http://www.cpgls.ucg.br/7mostra/Artigos/AGRARIAS%20EXATAS%20E%20DA%
20TERRA/Desenvolvimento%20em%20Smartphones%20-%20Aplicativos%20Nativos%20e%20Web.pdf  

http://developer.nokia.com/community/wiki/Arquitetura_de_aplica%C3%A7%C3%B5es
_multiplataforma_para_dispositivos_m%C3%B3veis http://www-03.ibm.com/software/products/pt/category/mobile-application-development http://www.cin.ufpe.br/~tg/2003-1/vaab.PDF  

http://www.devmedia.com.br/turbinando-aplicacoes-com-rest-e-backbone-js/29692  

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_server-side http://tecnologia.terra.com.br/
internet/quotnosso-maior-erro-foi-apostar-em-html5quot-diz-zuckerberg,4b98201fd70ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html  

http://www.midiatismo.com.br/midias-sociais/mark-zuckerberg-fala-sobre-erros-acertos-e-rumores-no-techcrunch-disrupt-sf-2012 http://pt.stackoverflow.com/questions/1630/afinal-phonegap-apache-cordova-realmente-compila-as-aplica%C3%A7%C3%B5es-em-puro-c%C3%B3digo  

http://pt.wikipedia.org/wiki/GitHub

TchêLinux 2014 - Introdução a aplicativos híbridos com o Phonegap

Smatphones e Tablets:

Foto1142 (4).jpg
Foi apresentado uma introdução ao mundo dos aplicativos híbridos, onde vimos um exemplo de aplicativo, exemplo desenvolvido na plataforma Phonegap; Conversão monetária, que consulta diretamente a pagina do banco central. 


A tivemos uma base esclarecedora sobre as diferença dos aplicativos e aplicações em 


Nativas 

Server Side Web

Cliente Side Web

Hibridas



Abaixo vou tentar transmitir um pouco do que eu aprendi, do decorrer da palestra acrescentando uma pitadela de pesquisas feitas por mim na web.

Primeiro temos que entender que temos dois tipos de mobiles os Smarth Phones e Os Tablets beleza até ai tudo bem, mas esses dois produtos 


“Dispositivos” são fabricados por uma gama incontável de fabricantes desde de Apple, Samsung e Black Barry, que são as pioneiras na fabricação deste tipo de produto, que agora é desenvolvido até pela CCE, o que é um absurdo!!
Bom a partir dai temos que entender que alguns desses fabricantes tem seu próprio sistema operacional e outros não vamos começar por ai pelos sistemas 

operacionais mobiles e depois vamos nos aprofundar nos aplicativos para mobile. 




Atualmente, com o grande número de sistemas operacionais para dispositivos móveis, os desenvolvedores tem encontrado uma difícil decisão: construir aplicativos direcionados para um determinada plataforma ou construir aplicativos genéricos, na web, que podem ser utilizados por qualquer dispositivo. 

Ambas as abordagens possuem vantagens muito claras, e obviamente, desvantagens. 

O que o desenvolvedor precisa descobrir ainda na época de projeto, é como a aplicação irá ser desenvolvida, e, baseando-se nessas informações, tomar a melhor decisão de projeto. 

É importante notar que esse não é um debate sobre qual abordagem irá vencer, ou deverá vencer, a batalha pelo mercado. 

Sistemas operacionais disponíveis no mercado atualmente:

Mac OSX - iPhones
Symbian
Android
BlackBerry - RIM
Windows Mobile
Palm webOS
MeeGo
Brew MP
Firefox OS

Acabo de perceber que a matéria sobre, está palestra vai gerar uma outra matéria sobre sistemas operacionais para Dispositivos moveis.

Desenvolvimento para sistemas operacionais móveis
Esse termo, desenvolvimento para sistemas operacionais móveis, é muito comum de ser utilizado nos últimos tempos para aplicações nativas. 

Isso se dá porque não se trata de um sistema totalmente móvel, pelo fato de só funcionar em um tipo de dispositivo. Nos dias de hoje, as aplicações realmente móveis são construídas, geralmente, em um misto de HTML5, JavaScript e CSS, o que significa que são aplicações preparadas para serem executadas como uma página web.

Nos dias atuais, existem diversos sistemas operacionais para dispositivos móveis, com diferentes fatias de mercado e diferentes métodos de desenvolvimento. 

O principal deles é, sem dúvida, o Google Android, sistema de código aberto da Google que está presente em grande parte dos smartphones hoje em dia. 

Outro sistema operacional com uma fatia interessante do mercado é o iOS, da Apple. Porém para desenvolver para Apple você precisa de um certificado, um registro, uma chave key fornecida pela mesma, confirmando que você é um developper Apple, autorizado.

Por fim, é interessante destacar o Windows Phone, que vem tendo um crescimento constante nos últimos anos, e é a aposta da gigante Microsoft nessa briga dentro do mercado. Graças a aquisição da Nokia, convenhamos que o Windows Phone cumpre o seu propósito é um bom sistema operacional para Smarth Phone 


É interessante ressaltar que o crescimento do Windows Phone tem sido uma constante, e, como tal, sua fatia de mercado nos dias de hoje é muito maior.

Essa é uma informação para os desenvolvedores pensarem. 

Existem cerca de 18,1% de dispositivos que possuem sistemas operacionais não tão comuns, que fogem um pouco do mundo Android, iOS e Windows Phone. 

E a tendência futura, ainda, é que o número de SOs móveis aumente. 

O que, para os desenvolvedores, significa uma tarefa um tanto quanto árdua de criação de dispositivos para tantas plataformas.
A grande vantagem das aplicações nativas de um sistema operacional é a capacidade que as mesmas possuem de se comunicar com os dispositivos do aparelho, como câmera, acelerômetro, entre outros. 

Isso faz com que a aplicação fique mais completa. Por isso que é importante saber de antemão tudo o que a sua aplicação irá utilizar. 

O planejamento, quando construímos uma aplicação móvel, é tão ou mais importante que o código que será utilizado pela mesma. Além desses detalhes, as aplicações móveis normalmente precisam lidar com questões de aproveitamento de energia, para não gastar muita bateria, e também com a potência, para que o aparelho não superaqueça.

Caso a decisão seja pela construção de uma aplicação móvel nativa para cada um dos sistemas operacionais, é preciso um pouco mais de estudo também. 

Isso se dá pelo fato de que cada um dos sistemas utilizam uma linguagem de programação diferente, bem como possuem um modelo diferente de exibição. 


O Windows Phone, por exemplo, utiliza aplicações Metro Style, um conceito criado pela Microsoft recentemente que foi a base para o Windows Phone e também para o Windows 8



Foto1145.jpg
Eduardo Erlo TchêLinux 2014
Para quem quer desenvolver aplicativos para dispositivos moveis tem que entender que são 4 categorias de aplicativos:

Nativas 
Server Side Web
Cliente Side Web
Hibridas




Vamos tentar conhecer uma pouco mais de cada uma:



Nativas 

Aplicativo Nativo

É a abordagem mais simples e direta: para cada plataforma é desenvolvida uma versão do aplicativo.

O grande benefício desta abordagem é a melhor experiência de interface e comportamento obtida. 

Os aplicativos móveis requerem excelentes experiências de uso na interface e comportamento para se destacarem e obterem a atenção do usuário. 

E a experiência de uso não é portável de uma plataforma para outra. 
Ela deve ser repensada e construída do zero a cada plataforma em que o aplicativo é criado. 

Um simples exemplo pode ser visto na posição das abas: no iOS, as abas se posicionam abaixo do conteúdo;  enquanto no Android, acima. 

Apresentando maior diferença, o Windows Phone as “abas” estão todas em um mesmo plano, sendo acessadas deslocando o conteúdo horizontalmente.
Cada uma das plataformas possui suas convenções sobre interfaces e comportamentos. Essas convenções auxiliam ao usuário a rapidamente compreender a utilização do aplicativo, já que ele é habituado com a plataforma onde todos os aplicativos seguem os mesmos padrões de interface e comportamento.

As capacidades de cada dispositivo e plataforma também são acessíveis sem restrições.  

A cada nova versão da plataforma, novas bibliotecas são adicionadas, tornando possível ou facilitando o desenvolvimento de vários recursos pelos aplicativos. 

Essas versões são liberadas em uma alta frequência, uma por ano ou mais, e geralmente coincidem com a chegada de novos aparelhos cujo hardware aproveita todos essas novas capacidades. 

Os usuários desses novos aparelhos requererão os novos recursos o mais breve possível, e utilizando o desenvolvimento nativo é possível satisfazemos mais facilmente  (versões betas são liberadas anteriormente para os desenvolvedores).

encarecendo projeto.bmp
O desenvolvimento nativo também conta com uma documentação mais abrangente e completa, e a busca por soluções ou resolução de problemas é facilitada, já que a maioria dos desenvolvedores opta por essa alternativa.

Apesar de todas as vantagens, essa abordagem pode ter um alto custo. 

Construir n versões do mesmo aplicativo para variadas plataformas geralmente multiplica o custo do projeto na mesma taxa. 















Os arquivos resultantes da compilação do aplicativo devem ser instalados diretamente no sistema operacional, tais como apresentação, processamento e armazenamento de dados.

É possível a manipulação de dados off-line, ou seja, armazenados em um banco de 
dados no próprio aparelho, o que permite ao software nativo continuar funcionando mesmo em localidades onde não há acesso a internet. 

O hardware presente no dispositivo pode ser melhor utilizado, como o telefone, câmera, microfone, bluetooth e acelerômetro, pode tornar-se mais útil, fácil e interativo com esses tipos de aplicativos. 

Outro ponto positivo é a melhor experiência com o usuário, ao se desenvolver nativamente pode-se explorar recursos mais avançados aos usuários, como a tela sensível ao multi-toque e efeitos visuais dos componentes da aplicação. 

Em geral os jogos para smartphones são desenvolvidos com esta finalidade.

Na maioria das vezes o poder de processamento dos aparelhos móveis são bem utilizados em aplicações específicas para a plataforma, permitindo assim a um rápido tempo de resposta levando a mais agilidade no uso destes aplicativos. 

Também é possível o acesso aos dados presentes no aparelho, como por exemplo: a agenda telefônica, câmera e outros aplicativos, possibilitando a integração entre as aplicações existentes no aparelho.
Desenvolver software específico requer linguagem de programação específica como 
Objective-C na plataforma iOS da Apple, Java na plataforma Android do Google ou C# na plataforma Windows Phone da Microsoft, o que pode tornar o investimento mais alto no início do projeto por exigir treinamento para as plataformas selecionadas e a consequente duplicação da mesma aplicação em ambas plataformas. 



Outro exemplo de dificuldade em se desenvolver este tipo de aplicativo está relacionada com a distribuição entre os usuários e as atualizações de versões. 

Mobile Application Development

De modo a compreendermos a arquitectura multiplataformas temos que primeiro compreender os tipos de estratégias usadas no desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis.


Native Apps


Aplicações desenvolvidas que são específicas de uma determinada plataforma. Estas aplicações são desenvolvidas usando código nativo “sdks” e terão um código muito relacionado com a plataforma sobre a qual foram escritas.

Aplicativos Nativos: Isso pode entregar um desempenho melhor, mas requer uma versão diferente (cara) para cada S.O.







Server Side Web

Linguagem server-side

A linguagem de servidor, ou Server-side scripting, é a linguagem que vai rodar "por trás dos panos", fornecendo a lógica principal da aplicação. 

Funciona da seguinte maneira: sempre que o usuário faz um HTTP request (entra numa página, clica num link, etc), o pedido é enviado para o servidor. 

A linguagem server-side recebe o requerimento (Request) e faz o processamento. 

Depois, transforma o resultado final em um XHTML e envia para o navegador. 


É a linguagem server-side que vai verificar se o usuário está logado, vai buscar informações no banco de dados e

Como a linguagem server-side processa as requisições antes de enviar para o navegador, isso significa que uma vez que a página foi enviada ao navegador do usuário, não há mais nada que a linguagem server-side possa fazer até que um novo "Request"seja enviado. 


Ou seja, não é possível usar estas linguagens para manipular a página do usuário em tempo real. Para o usuário, a linguagem server-side não importa, e ele nem tem como descobrir qual linguagem está sendo usada.
Exemplos de Linguagens Server-Side
PHP
ASP
.NET
Oracle
Perl
Java
Aptana
Django
Ruby on Rails
Smalltalk
ColdFusion
Lotus Domino
Websphere


Leia a 2ª parte da matéria clicando aqui




Links Fontes:

http://www.devmedia.com.br/aplicacoes-moveis-nativas-ou-web/30392 

http://www.teclogica.com.br/blog/desenvolvimento-para-dispositivos-moveis-nativo-x-cross-platform/ 

http://www.cpgls.ucg.br/7mostra/Artigos/AGRARIAS%20EXATAS%20E%20DA%20TERRA/Desenvolvimento%20em%20Smartphones%20-%20Aplicativos%20Nativos%20e%20Web.pdf 

http://developer.nokia.com/community/wiki/Arquitetura_de_aplica%C3%A7%C3%B5es_multiplataforma_para_dispositivos_m%C3%B3veis http://www-03.ibm.com/software/products/pt/category/mobile-application-development http://www.cin.ufpe.br/~tg/2003-1/vaab.PDF 

http://www.devmedia.com.br/turbinando-aplicacoes-com-rest-e-backbone-js/29692 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_server-side http://tecnologia.terra.com.br/internet/quotnosso-maior-erro-foi-apostar-em-html5quot-diz-zuckerberg,4b98201fd70ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html 

http://www.midiatismo.com.br/midias-sociais/mark-zuckerberg-fala-sobre-erros-acertos-e-rumores-no-techcrunch-disrupt-sf-2012 http://pt.stackoverflow.com/questions/1630/afinal-phonegap-apache-cordova-realmente-compila-as-aplica%C3%A7%C3%B5es-em-puro-c%C3%B3digo 

http://pt.wikipedia.org/wiki/GitHub

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Fila para ter iPhone 6 começou em Nova York...

Fila para ter iPhone 6 começou em Nova York...

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Gil Azevedo
Locutor Atlântida Zona Sul "Me considero uma pessoa de sorte, pois trabalho no que gosto, acredito que o sucesso é consequência das coisas que fazemos com determinação e sempre procurando fazer o melhor possível, seja na área que for”. Foco e bola pra frente!!!
Começou o acampamento em frente a Loja da Apple  na na 5a Avenida, em Manhattan, a corrida é para ser um dos primeiros a por a mão no novo iPhone 6.
isheep3-lol
Cobertores, Guarda-chuvas e um aparate de coisas para garantir o lugar na fila independente do tempo ou temperatura, a missão agora é esperar para “ser feliz”.
Veja na foto abaixo o inicio da fila em outro lançamento, onde nem a chuva assustou os fanáticos pela marca.
chuvanaapple

Já as “pessoas normais” poderão comprar online e ter o aparelho uma semana após o lançamento.
Tem fã fala que pode passar até três semanas esperando. Tendo em vista que em anos anteriores aconteceu, alguns falam que o  smartphone comece a ser vendido só no dia 19 deste mês.Você que é fã  #ficadica escolha a opção e boa sorte.
appleny

Fonte Blog InFosfera da Rede Atlântida de Radio Clique no link para saber mais: INFOSFERA



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lançamento iPhone 6

Apple: Os fanáticos pelos produtos Apple já podem pré-reservar essa data na agenda: nove de setembro. De acordo com o site americano Re/code e o Wall Street Journal será esse o dia de um dos lançamentos mais aguardados do ano, o do iPhone 6, em Cupertino.

Apple ainda não confirmou a data, que coincide com o lançamento
das versões 5s e 5cno ano passado.
Há rumores de que o novo aparelho terá versões com telas de
safira de 4,7 e 5,5polegadas, maiores que as atuais.
Além disso, o iPhone 6 deverá ter um processador muito mais
potente, o A8. Especulações mais ousadas afirmam ainda que o
botão liga/desliga ficará na lateral do aparelho.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/infosfera/